quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Jacques Brel - Quand on n'a que l'amour - Paroles (Lyrics)

 
 

Florent Pagny - Et Un Jour Une Femme

 
 

Je t'aimais, je t'aime et je t'aimerai - Francis Cabrel LIVE

 
 

François Feldman Les valses de Vienne (original clip video)

 
 

Nino Ferrer : Le Sud - 1975

 
 

Daniel Guichard - La Tendresse

 
 

PIERRE BACHELET.elle est d'ailleurs (olympia)

 
 

mistral gagnant renaud + paroles



Bar é fotografia - Gary Mitchell



http://fc09.deviantart.net/fs70/o/2011/071/7/6/76598a142cb1b8f81e7eea4697af6a4c.jpg


Gary Mitchell

Untitled

Marcha contra a corrupção reúne cerca de 20 mil pessoas em Brasília - Estadão online - link (aqui)

 

Esta é a 2ª edição do protesto realizado na Esplanada dos Ministérios e em outras 18 cidades

12 de outubro de 2011 | 12h 44
 
Célia Froufe, BRASÍLIA
Uma mancha escura formada por cerca de 20 mil pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar, percorreu um quilômetro de distância na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, seguindo do Museu da República até chegar à Praça dos Três Poderes, na manhã desta quarta-feira, 12.

http://img.estadao.com.br/fotos2/I315/marcha_12_outubro_ed_ferreira_ae_12102011_315.jpg

Os três pontos principais da 2ª edição da Marcha contra a Corrupção, realizada também em outras 18 cidades, são a regulamentação da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a aprovação do projeto de lei que estabelece o voto aberto dos parlamentares no Congresso, e a preservação dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de órgão de controle externo do Judiciário.
PM elevou para 20 mil pessoas a estimativa do número de participantes da segunda edição da Marcha contra a Corrupção, em Brasília, na manhã de hoje. O primeiro levantamento dava conta de 13 mil manifestantes que percorreram a Esplanada dos Ministérios, do Museu da República até a Praça dos Três Poderes e depois seguiram mais alguns metros até o Ministério do Exército, onde ocorreu a dispersão.
Mesmo assim, o volume de participantes foi inferior à contagem feita pela PM na primeira edição do evento, em 7 de Setembro. Na ocasião, foram contabilizadas as participações de 25 mil pessoas. De acordo com o tenente Marcos Braga, o outro evento acabou ganhando adesão de última hora da população de Brasília, que saiu de suas casas para assistir ao desfile militar.
Com bicicletas, vassouras, nariz de palhaço e roupas de presidiários, ou empunhando faixas, os manifestantes fizeram uma pequena pausa no percurso, em frente ao Congresso Nacional, onde foi cantado o Hino Nacional.
O número de participantes está menor do que o estimado pela PM na primeira edição do evento, em 7 de setembro, quando a PM contou 25 mil pessoas. O tenente Marcos Braga, da PM do DF, explicou que naquela ocasião o evento ganhou apoio de última hora da população de Brasília, que saiu de suas casas para assistir ao desfile de 7 de setembro.
Desta vez, os manifestantes também carregam uma faixa com uma pizza de 15 metros de diâmetro. Aos grados, gritam: "Não sou otário, do meu bolso é que sai o seu salário", "Ô Dilma, presta atenção, o brasileiro não quer mais corrupção", "Voto secreto não, eu quero é ver a cara do ladrão".

Milhares de brasileiros voltaram às ruas para exigir o fim da corrupção impune - Coluna do Augusto Nunes - link (aqui)


12/10/2011
às 20:12
Cinco semanas depois de transbordar da internet para as praças e avenidas do país, o movimento contra a corrupção voltou às ruas para exigir, em nome de milhões de inconformados, o fim da roubalheira impune. Em Brasília, 20 mil pessoas reivindicaram a revogação do voto secreto no Congresso, o respeito à Lei da Ficha Limpa e a preservação das atribuições do Conselho Nacional de Justiça. Em São Paulo, mais de 5 mil brasileiros de todas as idades marcharam entre a Avenida Paulista e o Theatro Municipal gritando as mesmas palavras de ordem e, como ocorreu em todas as passeatas promovidas em 25 cidades distribuídas por 17 Estados, repetindo o coro que transformou José Sarney no traço de união entre os grupos que compõem o movimento.
Voltarei ao assunto em outro post. Enquanto isso, veja o vídeo que registra a passeata em São Paulo, ao som do Hino Nacional. E confira na seção O País quer Saber como foram manifestações deste 12 de outubro.



Marcha contra a corrupção leva milhares de manifestantes às ruas em dez capitais

Protesto contra a corrupção chega ao Theatro Municipal, em São Paulo
Aiuri Rebello, Fernanda Nascimento e Júlia Rodrigues
Pouco mais de um mês depois dos primeiros protestos promovidos pelo movimento contra a corrução em 7 de setembro, os manifestantes voltaram às ruas neste feriado de 12 de outubro. Em São Paulo, mais de 5 mil pessoas participaram da mobilização na tarde desta quarta-feira. Entre bandeiras do Brasil e cartazes, um grupo de cerca de 20 punks protagonizou cenas de vandalismo que destoaram da celebração à democracia protagonizada pela maioria do público. Os jovens quebraram vidros e jogaram pedras na lanchonete do McDonalds em frente ao Conjunto Nacional, próximo à Rua Augusta, e no Banco HSBC, na altura do número 1.700 da Avenida Paulista. Gledson de Souza, um dos envolvidos no tumulto, foi detido pela polícia. O restante do bando se dispersou no meio da multidão e não houve outros incidentes.
A marcha saiu da frente do Masp por volta das 14h30 e, às 16 horas, começava a descer a Rua da Consolação, em direção ao Theatro Municipal. Todas as faixas de trânsito da Avenida Paulista no sentido centro foram ocupadas pelos manifestantes. Na Consolação, somente o corredor de ônibus permaneceu aberto para os veículos. O congestinamento não tirou o bom humor dos motoristas, que buzinavam e interagiam em apoio aos manifestantes.
TODAS AS TRIBOS
Como no protesto do dia 7 de setembro, estudantes, motoqueiros, professores, índios, maçons e pessoas das mais variadas tribos e idades caminharam lado a lado. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), virou uma espécie de símbolo da corrupção para o movimento e foi o alvo preferencial.
Dizendo-se apartidários, os manifestantes também alternaram gritos de “Fora, Lula”, “Fora, Serra”, com frases como “Político ladrão, seu lugar é na prisão”. Entre as reivindicações estão a aprovação da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, do Voto Distrital, o fim do voto secreto nas votações do Congresso e o fim da impunidade para corruptos.
O POVO FALA
“A corrupção descarada e a apatia dos brasileiros frente a isso são alguns dos problemas mais graves do nosso país”, disse o administrador de empresas aposentado José Aníbal Cruz, 66 anos. Ao lado do filho, Aníbal percorreu na manhã desta quarta-feira os 130 quilômetros que separam a cidade de Taubaté da capital paulista unicamente para participar das manifestações. “Temos que protestar. Não dá mais para ficar em casa”.
Com um grupo de amigos do colégio, a estudante Jéssica Correia, de 16 anos, estava ali para lutar por educação de qualidade. “O ensino público chegou perto do absurdo”, afirmou. “A prova disso é o péssimo desempenho das escolas estaduais no último Enem. Chega. Está na hora de consertar o Brasil”.
O próximo protesto em São Paulo está marcado para o feriado de 15 de novembro. Dessa vez, os manifestantes planejam acampar no vão do Masp na madrugada do dia 14 para o dia 15 com o objetivo de chamar ainda mais a atenção da população para o problema da corrupção no país.
PELO BRASIL
Em Brasília, a marcha desta quarta-feira reuniu mais de 10 mil pessoas e fechou as vias do Eixo Monumental durante três horas. No Rio de Janeiro, cerca de 3 mil manifestantes marcharam pela praia de Copacabana durante a tarde. Outras capitais tiveram protestos menores, mas não menos significativos. Em Goiânia, por volta de 1,2 mil pessoas percorreram cerca de 4 quilômetros vestidos de preto, no centro da cidade. O tradicional circuito Barra-Ondina, em Salvador, recebeu 800 pessoas para gritar contra a corrupção, mas não teve trio elétricos como em Fortaleza. Em Curitiba, cerca de 500 pessoas caminharam da Universidade Federal do Paraná (UFPR) até ruas do Centro Histórico, terminando o protesto no Centro Cívico. Ainda houve manifestações em Recife, Belo Horizonte e João Pessoa.

Hacker invade e deixa mensagem no Blog do Planalto - josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


Reprodução



O Blog do Planalto, endereço eletrônico contido no portal da Presidência da República, foi invadido por um hacker na madrugada desta quinta (13). A imagem acima exibe a aparência da página às 3h28.  
O invasor identificou-se como “@DonR4ul, o hacker Beleza”. Injetou na página uma foto tirada na marcha que levara 20 mil pessoas à Esplanada na manhã desta quarta (12).
Além da imagem, o intruso anotou no blog da Presidência frases que evocam bandeiras desfraldadas pelo movimento anticorrupção nascido nas redes sociais.
Acima da imagem, anotou-se, em letras maísculas: “POLITICO DEVE SER ÍNTEGRO, INCORRUPTÍVEL! FICHA LIMPA JÁ! VOTO ABERTO NO CONGRESSO!”
No rodapé da página, escreveu-se: “Brasileiros acredite [sic] em vocês, salvem o BRASIL! @DonR4ul O HACKER BELEZA”.
Numa conta aberta no twitter, ilustrada com foto antiga do cantor Raul Seixas (à direita), o hacher anotou: “…blog.planalto.gov.br é do povo!”
Em função do horário, não foi possível ouvir a Secretaria de Comunicação da Presidência, responsável pelo Blog do Planalto, sobre a invasão.

Escrito por Josias de Souza às 03h28

Sebastião Nery - Tribuna da Imprensa - link (aqui)

 
 
quinta-feira, 13 de outubro de 2011 | 03:10

Conversas mineiras

Sebastião Nery
Três horas da manhã, no governo do general Figueiredo, toca o telefone em casa de Tancredo Neves. Era Gustavo Capanema, de Brasília:
- Olhe, Tancredo, estou acordando você porque estou com um problema e não consigo dormir. Talvez você tenha uma ideia mais clara. Fui chamado hoje à tarde ao Palácio do Planalto e, durante três horas, discuti o projeto do voto distrital com o ministro Leitão de Abreu. Ele estava muito interessado nos meus estudos e acha que o distrital pode ser um bom instrumento para aperfeiçoar a representação política no Congresso.
- Muita gente acha também, Capanema. Embora eu seja contra, reconheço que o assunto é importante e precisa ser discutido. Só não entendo é por que você não consegue dormir. Os estudos são seus, o projeto é seu, você a favor. Quando o governo parece querer, você fica sem dormir?
- Pois é, Tancredo. Não consigo dormir. O ministro me deu pressa, muita pressa, para concluir os estudos.
- Ah, Capanema, ele deu pressa, deu? Então deve haver mais coisas.
- Você também acha? Ótimo que você também ache. Agora vou dormir. Desligou o telefone e dormiu.
***
TANCREDO
Clovis Rossi e Osvaldo Martins, jornalistas da sucursal do “Jornal do Brasil” em Brasília, foram conversar com Tancredo Neves, no governo do general Geisel. Passaram horas dissecando as angústias nacionais. De repente, chega o jornalista Tarcisio Holanda com a nota do ministro do Exército, general Silvio Frota, contra a imprensa. Tancredo pega a nota, lê longamente, parando em cada frase, franzindo a testa. Rossi e Martins estavam curiosos para lerem também. Tancredo se oferece:
- Querem que eu leia em voz alta?
- Ótimo, deputado.
E Tancredo, pausadamente, a voz forte de poderoso orador político, lê a nota inteira. Os quatro ficam algum tempo em silêncio, ruminando a gravidade do assunto. Clovis Rossi fala:
- Deputado, agora uma declaração do senhor.
- Declaração sobre o quê?
- Sobre a nota do ministro Silvio Frota.
- Que nota? Nem li.
***
AÉCIO
O Aécio Neves, por ser o neto predileto, está querendo ser presidente da República como uma reencarnação de Tancredo: dizendo sem falar e falando sem dizer. Mas esquece uma diferença fundamental. Na época em que Tancredo, com todo seu talento, costurou sua candidatura a presidente, o País vivia numa ditadura militar, já nos estertores, mas ainda ditadura. As conversas tinham que ser assim mesmo: discretas, sinuosas, dissimuladas.
Mas, 25 anos depois, o País vivendo em plena democracia, precisando de um debate nacional aberto sobre seu presente e seu futuro, e em 2009 o então governador Aécio Neves sai na capa da segunda maior revista nacional, a “IstoÉ” com uma entrevista “Exclusiva” (a Sergio Pardellas e Otavio Costa), na qual só consegue produzir duas frases:
1 – “Sou uma alternativa para o País”.
Mas não disse por quê. Será porque é cabeludo e José Serra careca? Se tinha um projeto diferente do de Serra, que está faltando à Nação, que dissesse logo.
2 – “Quero prévias no PSDB porque precisamos de uma agenda nova”.
Mas não disse que agenda, com que projetos, programas e propostas. Ou seria uma agenda de bolso? Talvez de mesa? Quem sabe a agenda não seria banho de mar no Posto 9 de manhã e jantar nas Mangabeiras à noite?
***
JK
Daqueles mesmos palácios que Aécio ocupou (Liberdade e Mangabeiras), Juscelino saiu em 1955 com uma bandeira nacional, o desenvolvimento, e um plano de metas objetivo, concreto, de 30 pontos (Brasília foi o 31, a metassíntese) que empolgaram a Nação e ele cumpriu.
Querer ser presidente na base da conversa esperta sem ditadura, agradando governo e oposição, bajulando Lula e Fernando Henrique, Dilma e Serra, é uma traição a Tancredo, a Minas e ao País.

Charge do dia

http://multimidia2.correiodopovo.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2011/10/13/211407.JPG&Tamanho=480&HW=1


Amorim - Correio do Povo - Porto Alegre, RS